Foto Crédito: Troukik/Unsplash.
Aviso: o artigo indicado ao final fala de violência sexual contra crianças, sem descrever os atos.
Desde pequenos, aprendemos que a proteção está do lado de fora. Não falar com estranhos. Não aceitar doces. Fechar o portão, reforçar a grade, instalar a câmera. Tudo isso passa a sensação de que o mal vem de fora e pode ser trancado do lado de lá.
Mas e se a pergunta mais importante for outra?
A autora do texto indicado no final leu duas notícias no mesmo dia e sentiu o corpo congelar. Foi atrás de dados para entender o tamanho do que estava vendo, e o que encontrou muda para onde a gente costuma olhar. Isso não cabe em poucas linhas. No artigo, você encontra:
- Números oficiais do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, sobre quem são as vítimas e quem são os autores.
- Um levantamento feito pela autora, com notícias de uma única semana na internet.
- Uma explicação sobre por que isso pode durar anos sem ser percebido, e por que a culpa não é de quem confia.
- Sinais de mudança que te orientam e merecem atenção e conversa.
- O que fazer quando uma criança conta, e para onde ligar.
Clique no link abaixo e leia o texto completo.
LEIA MAIS: Proteger não é trancar mais portas: quando o perigo é a pessoa em quem você mais confia
Se você ou alguém que conhece precisa de ajuda agora: Disque 100 (crianças e adolescentes), Ligue 180 (mulheres) ou 190 (emergência).




