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Edição comemorativa da Bienal do Livro Rio começa amanhã

Começa amanhã, 1º de setembro, a mais nova edição da versão carioca da Bienal Internacional do Livro, que, neste ano, ocupa quatro pavilhões no Riocentro. Seus organizadores esperam que, durante os 10 dias do evento, cerca de 600 mil pessoas prestigiem o festival, atraídas por sua programação cultural, que tem mais de 300 convidados. Autores muito especiais estarão presentes nessa edição comemorativa. Entre os nomes nacionais: Carla Madeira, Itamar Vieira Jr, Conceição Evaristo, Luiz Antonio Simas, Giovani Martins, Elayne Baeta, Micheliny Verunschk, Pedro Vinicio, Winnie Bueno, João Silveiro Trevisan, Natalia Timerman, Laurentino Gomes e Sidarta Ribeiro. Já os autores Valter Hugo Mãe, K. L. Walther, Cassandra Claire, Julia Quinn, Lynn Painter, Yara Monteiro, Neal Shusterman, Jenna Evans Welch, Rachael Lippincott, Alysson Derrick e Abdi Nazemian são algumas das atrações internacionais garantidas!

Um pouco da história

A história começa em 1983, no hotel Copacabana Palace, como uma feira de livros organizada pelo SNEL, Sindicato Nacional dos Editores de Livros. Desde então, foram 20 edições e 40 anos de encontros, livros e histórias sobre livros. O período histórico coberto por essas quatro décadas de realização da Bienal Internacional do Rio de Janeiro revela tempos de enorme transformação no Brasil: o fim do governo militar e redemocratização do país, os planos econômicos e as trocas de moeda, a ampliação da telefonia e a febre do celular, a modernização das formas de fazer e vender livros, a abertura de mercado para produtos importados, o surgimento do e-book, entre muitos outros marcos de definição do cotidiano. A Bienal foi espelho para tudo isso.

A vinda de José Saramago logo após a conquista do Prêmio Nobel, o encontro de Jorge Amado e Paulo Coelho, a palestra de Tom Wolfe, a festa no Copacabana Palace com a presença do presidente Fernando Henrique Cardoso, a tentativa de censura a uma HQ e a reação da sociedade contra a homofobia, a mudança do perfil de público com a tomada da Bienal pelos jovens (quem disse mesmo que jovem não lê?), o discurso de abertura da ministra Carmem Lúcia a favor da democracia. Grandes e inesquecíveis momentos que transformaram a Bienal num marco literário para o Rio de Janeiro, num dos maiores eventos da cidade, um patrimônio cultural para o carioca. Uma caixa de ressonância do melhor do Brasil.

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